isabelsaldanha.com — @isaldanha

As coisas que mais mudaram a minha vida começaram à mesa.

Livros. Vinho. Perguntas. Pessoas.
— entra.

Escrevo livros e crónicas.
Criei o Bee Mind para pôr pessoas a conversar.
Apresento o Lado Reverso, na RTP2.
E continuo a acreditar que uma boa pergunta pode mudar uma vida.

Isabel Saldanha de costas, diante de uma paisagem montanhosa

Há fotografias que tiramos.
E há fotografias que nos encontram.

Há quem atravesse a vida.
E há quem se sente à mesa.

Sempre acreditei que a vida não deve ser vivida à pressa, nem aos bocados, nem em piloto automático. Deve ser vivida com apetite. Com curiosidade. Com livros, vinho, silêncio, conversas que começam sem destino, viagens que nos obrigam a regressar diferentes, pessoas que nos lembram quem somos.

Às vezes basta uma pergunta. Um livro. Uma viagem. Uma conversa. Um encontro.

Não para nos transformar.
Mas para acordar aquilo que já lá estava.

O meu trabalho é pôr a mesa.

É por isso que escrevo. É por isso que viajo. É por isso que criei o Bee Mind. É por isso que continuo a acreditar que uma boa conversa pode mudar uma vida.

— ou talvez seja só o que preciso de acreditar, para continuar a pôr a mesa.

Cada pessoa decide depois o que faz com o convite.

Porque viver não é sobreviver.
É reparar.
É desejar.
É provar.
É perguntar.
É amar.
É chegar à mesa com fome.

Temas que voltam sempre à mesa

Amor — Tempo — Mudança — Prazer — Medo — Justiça — Religião e Espiritualidade — Morte — Arte — Liberdade — Futuro — Sentido da Vida

esta semana, à mesa: medo

Cinco formas de continuar

01 Ler Aquilo que escrevo quando ninguém está a olhar. 02 Lado Reverso Quatro pessoas, uma mesa, nenhuma verdade combinada. 03 Bee Mind O jogo que começou entre amigos e nunca mais parou de estragar conversas pequenas. 04 Viagens & Workshops Lugares que ainda visito, mesmo depois de já lá não estar. 05 Livros Coisas que só consegui dizer com mais tempo — e por vezes, com um copo ao lado.

Escrevo porque não sei fazer outra coisa com o que sinto.

— ainda estou a decidir quanto disto é verdade.

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Para continuar a conversa, sem pressa nenhuma.

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Escrevo pouco. Mas escrevo a sério.