Quero um amor. Um amor parasita.

Quem me conhece bem sabe que durmo com um caderninho aberto na mesa da cabeceira para apontar as ideias que vão fazer o meu amanhecer. E que os melhores projectos que já criei nasceram entre as manchas de comida e vinho numa toalha de papel.
Foi assim, entre uma alheira e uma imperial que mostrei à Helena da HLC a minha ideia.
O tema do Amor é infindável e tão sedutor, que pensei de imediato em fazer-lhe um tributo em Peças.
Mas não queria o cliché dos lugares comuns, queria pensar no lado menos filtrado do amor. Aquele que nos assalta e nos faz desfalecer, aquele que nos consome, nos domina e nos enche o estômago de mil refeições tomadas. Queria o amor a dois e o amor aos nossos. O amor da mãe, da menina, da mulher, da namorada e da amante. Queria uma peça que fosse tão justa, quanto bela e forte.
“Parasita” é a expressão que consubstancia uma das maiores subtilezas do amor: A forma terna e doce como se inscreve em nós, como chega sem cerimónias e avisos. E se instala, à espera que o corpo e alma lhe sirvam de alimento. É a esses amores que me entrego.
E que vos entregamos sem filtros nas vossas mãos.

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