A viagem ao Equador

IMG_0771 A viagem ao Equador correu tão bem que as loirinhas, liberais por educação e espírito, nutrem agora, um ainda maior e desmedido entusiasmo pela comunidade castanha (como a Camila apelidou os meninos são tomenses) E agora, quem não sabe, e nos vê passar na rua, olha consternado para o ar surpreendido com que elas apontam para o todo o cidadão de raça negra. Quem não nos conhece, abana a cabeça com desprezo, adivinhando uma educação elitista, caústica e xenófoba, olham-nos de soslaio, como se aquelas criaturas loiras de trajes aburguesados, saídas do universo sardento de um colégio privado estranhassem o pantone. Falta de mundo, dirão outros…
Como toda a boa mãe, passo a vida a dizer-lhes que apontar é feio, que nem todo o castanho que passa na rua é um amigo são tomense, mas com as memórias tão frescas, firmadas em amizades tão verdadeiras, só me resta passar e sorrir, da ternura da sua atitude e da eterna e dúbia natureza das primeiras impressões:)A viagem ao Equador correu tão bem que as loirinhas, liberais por educação e espírito, nutrem agora, um ainda maior e desmedido entusiasmo pela comunidade castanha (como a Camila apelidou os meninos são tomenses) E agora, quem não sabe, e nos vê passar na rua, olha consternado para o ar surpreendido com que elas apontam para o todo o cidadão de raça negra. Quem não nos conhece, abana a cabeça com desprezo, adivinhando uma educação elitista, caústica e xenófoba, olham-nos de soslaio, como se aquelas criaturas loiras de trajes aburguesados, saídas do universo sardento de um colégio privado estranhassem o pantone. Falta de mundo, dirão outros…
Como toda a boa mãe, passo a vida a dizer-lhes que apontar é feio, que nem todo o castanho que passa na rua é um amigo são tomense, mas com as memórias tão frescas, firmadas em amizades tão verdadeiras, só me resta passar e sorrir, da ternura da sua atitude e da eterna e dúbia natureza das primeiras impressões:)A viagem ao Equador correu tão bem que as loirinhas, liberais por educação e espírito, nutrem agora, um ainda maior e desmedido entusiasmo pela comunidade castanha (como a Camila apelidou os meninos são tomenses) E agora, quem não sabe, e nos vê passar na rua, olha consternado para o ar surpreendido com que elas apontam para o todo o cidadão de raça negra. Quem não nos conhece, abana a cabeça com desprezo, adivinhando uma educação elitista, caústica e xenófoba, olham-nos de soslaio, como se aquelas criaturas loiras de trajes aburguesados, saídas do universo sardento de um colégio privado estranhassem o pantone. Falta de mundo, dirão outros…
Como toda a boa mãe, passo a vida a dizer-lhes que apontar é feio, que nem todo o castanho que passa na rua é um amigo são tomense, mas com as memórias tão frescas, firmadas em amizades tão verdadeiras, só me resta passar e sorrir, da ternura da sua atitude e da eterna e dúbia natureza das primeiras impressões:)

Comments

comments