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O sonho mais desejado

As sessões fotográficas de gravidez têm sempre uma luz especial. Aquela que vem de dentro.
As fotografias carregam sempre uma ar etéreo, próprio de quem levita no sonho de tudo o que está para vir. É difícil não parecer piroso, quando de piroso só há o genuíno de ser inteiro e feliz naquele momento.
Gosto destas sessões porque há um depósito tão grande de solidez e esperança que saio de lá a acreditar em tudo.
Um beijinho enorme para a pequena Mia, o sonho mais desejado.

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As Mães são sempre “Gigantes”

A última vez que fui mãe, em verbo imediato e parido, foi há quase 7 anos. E não tenho grandes memórias da minha gravidez. Não no sentido mau, do património acumulado, até mais, no sentido bom.
Foi tudo tão desejado e depois tão tranquilo, que nem os pontos que não levei, me ajudam a recordar, o preciso momento em que as minhas filhas saíram da minha barriga para o meu colo.
Tenho reminiscências de um ternura desmedida, da vontade que tinha de lhes conhecer as feições e de um “cagaço” sincero de tudo o que ia mudar, a minha vida, o meu corpo, o meu destino.
Hoje falei com a Mariana, que fotografei há uns meses, grávida de gémeos.
Numa conversa curtinha, recordei tudo o que nos enche quando o medo é sacudido pela força dessa nova presença.
Não fosse o regresso das loiras ao lar, e quase, quase, que invejava aquele momento, em que trazemos para casa um sonho multiplicado, uma equação pequenina que promete mudar tudo e um sentimento, que longe de se engasgar, vem selado para sempre.
Sempre gostei de fotografar grávidas, há uma paz tão serena, um poder tão grande.
A maioria julga-se enorme (de peso).
Eu, admiro-as da minha lente, gigantes (de pessoa) na condição soberana de mães.

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“E gosto de ti assim…”

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Vou repetir-me: É a minha forma de te pedir permissão para publicar, quando sei que não és especialmente dada às redes e ao social:)
Mas hoje passei pela tua pasta (franqueza tecnológica) e fui espreitar.
Entretanto já foste mãe. A Mariana é minha afilhada, mas tu és a minha melhor amiga. E gosto de ti assim, esquiva, difícil de apanhar, solta, talvez até em demasia.
Não sei se te lembras, quando fui visitar a Mariana pela primeira vez dei-te uma PEN usb em formato de rolha. Talvez ninguém te tenha dito mas estes primeiros meses têm uma factura elevada na memória.
Faz parte do processo de amar, esquecer o quanto nos cansam. Utiliza a Pen e liga-me de vez em quando.
Quando regressar ai a casa levo-te post it´s.

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