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243 Palavras | Caetana | 5º E

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“Na minha opinião, os animais são nossos amigos, porque eles não só nos fornecem comida, como também fornecem lã, leite, queijo…e também são muito meigos, e só nos atacam quando têm medo ou se sentem ameaçados.
Eu percebi, que no contexto do livro a viúva e o papagaio, o papagaio era muito amigo da velha viúva e não só pelo conteúdo da obra, eu penso que isso é mesmo real.
Os animais são como pessoas, só que não falam: ladram, miam, uivam etc, mas eles nunca nos deixam infelizes, eu penso que eles são uma grande companhia para a alma.
Eu adorava ter um animal, não só para fazer companhia,mas também para dar festas, eles iriam fazer de mim uma pessoa ainda mais feliz.
Noutro dia, eu vi uma menina pequenina e pobrezinha, mas na realidade eu penso que ela não era pobrezinha, porque ela tinha um cãozinho e esse cãozinho era o seu tesouro.
Na minha opinião, como no presépio tem animais, eu acho que como Jesus nasceu junto de animais isso deve ser bom.
Eu também penso que quando uma pessoa se sente sozinha, o melhor era arranjar um gato,um cão um coelho etc.
A minha vizinha vivia sozinha, sentia-se sozinha, quando eu la fui a casa dela, aconselhei-a comprar um cão, um coelho, um gato, um animal qualquer, ela comprou um gato e a vida dela mudou, ela passou a sentir-se bem, animada e muito feliz. Como se ganhasse alma nova.”

243 Palavras
Caetana
5º E

(Acho que no capítulo animais já me safei, agora vamos lá ver como é que ela trata os seres humanos ♥)

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“leve-leve”

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Já li um livro e já comecei o segundo. Escrevo todos os dias e namoro com todas as páginas abertas. Já perdi a noção do tempo e quase que aposto que o tempo também se perdeu de mim.
O lema da ilha é o “leve-leve” mas dizem me os amigos locais que sou de “muita corrente” e “trifásica”.
A verdade é que me sinto tão calma, uma sombra doce daquilo que a cidade faz de mim.
Adivinho alguma dificuldade na integração, em calçar a galocha acelerada, nas idas e vindas ao colégio, no garante das refeições, nos fins de semana de arresto, de entreter crianças em dias de chuva e somar-lhe o apoio árduo aos TPC´s.
E só por este parágrafo, vou beber mais uma caipirinha para reforçar que ainda tenho mais 7 dias de “leve-leve” a camuflar na perfeição a minha doce corrente trifásica.

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Aguenta coração.

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Aguenta coração.
A Caetana perguntou-me ontem ao jantar se eu estava desejosa que o pai chegasse. Confesso que até fiquei com medo que ela tivesse escutado algum desabafo, desses, que qualquer mãe com discernimento faz quando está pelos cabelos ou prestes a perde-los a todos:)
Disse que não percebia a pergunta. Perguntei-lhe, se estava a querer dizer que eu estava cansada das minhas filhas ou desejosa que o pai chegasse, porque também eu tinha saudades.
Fitou-me. Para não incorrer em conversas desanimadoras do desempenho do meu esforçado papel maternal (e paternal desde há uns meses para cá) rematei: – Eu não estou desejosa que o pai chegue, para me ver livre de vocês (mentirinha). Mas a verdade é que me vai descansar o coração saber que vamos pôr um fim nessa saudade. E sim, também eu tenho saudades do pai.
Um dos melhores amigos da mãe. E os amigos bons nós queremos por perto.
Contente com a minha resposta sorri. A Camila que até então observava, acaba de dar uma garfada no bife, engole e diz:
– Ó mãe, mas eu vou ficar o tempo todo com o pai, todo! Desculpa lá, mas a mãe tem nos o tempo todo, é injusto! Eu quero estar com o pai.
Olho para o Pedro que estava ao meu lado, suspiro, e sai-me um:
– Bitch…
Pergunta a Caetana do canto da mesa:
– Porque é a mãe está a chamar a Camila de Praia?
Meio embaraçada respondi: – Porque vocês às vezes são tão incertas como as ondas do mar.
E pus uma garfada à boca para lançar um parágrafo sobre a discussão.
Haja sempre lirismo em casa e muito amor, pensei.
E venha a mim a minha “bitch”, porque eu estou mesmo a precisar de férias:)

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#TheWineConspiracy

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#TheWineConspiracy

Não é uma desculpa para beber bom vinho, mas podia.
Também podia ser um excelente alibi, para partilhar algumas das minhas histórias e talvez até seja.
Não é uma desculpa sofisticada para degustar tábuas de queijos e dar boas gargalhadas, mas também há disso.
E também pode ser um palco de partilha, uma reunião de potenciais amigos, uma prova de vinhos e uma viagem ao interior de nós mesmos…e talvez seja isso TUDO.
Dia 9/11 abrimos-vos as portas à conspiração.

“Da vida para o vinho. E do Vinho para a vida”.

Equipa:
Luana Cunha Ferreira, Psicóloga
Manuel Moreira, Sommelier
Sérgio Antunes, Sommelier

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Há clientes e há clientes.

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Há clientes e há clientes.
E depois, ainda há os clientes, que para além de nos receberem com um abraço apertado, encerram as hostes com um branco gelado, que nos servem um queijo de cabra em pão fresco, que nos convidam a sentar, que nos ouvem, a quem ouvimos, com quem mastigamos, conversamos e rimos.
Clientes, que numa fracção de segundos, viram amigos.
Como se aquele momento, fosse apenas um reencontro de saudades selado com fotografias.
E ainda que o embalo do vinho ajude à peregrinação da amizade, é a forma como se dão em tudo, que define como tudo acontece, e que dita tudo o que virá a seguir.
Família gira a que vocês têm!
Mas muito acima disso, a cumplicidade desprendida, de quem sabe que a vida reina acima de todos os filtros.
Parabéns daqueles de quem faz anos todos os dias!

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