Sabe-me a ginjas:)

Nunca fui grande fã de bebidas doces. Gosto de vinho. Sobretudo tinto. E depois cerveja. As bebidas brancas vêm nos apertos, e as doces, na ausência de tudo o resto.
Só abro excepção para a ginjinha. Alfama ensinou-me a bebê-la no consolo rápido, dos passeios noturnos ao bairro. Sei que é doce, até demais. Gosto dos copos pequenos em que se bebe, da forma como o álcool se mistura sem pressa no açúcar, no copo leve que fica como um berlinde na minha mão.
Numa ginjinha nunca me pesa a culpa, só o tempo. E agora que o frio entrou de galope pelas ruas da minha cidade, e os quiosques oferecem ao tempo, estes pequenos golpes de paz, paro. Sempre que posso e que me deixo. A maioria pede café, eu peço ginja.
E mesmo quando já estou longe do bairro que me segura a Saudade, há sempre no fim daquele copo, um travozinho a Alfama, que me equilibra os açucares:)

Nunca fui grande fã de bebidas doces. Gosto de vinho. Sobretudo tinto. E depois cerveja. As bebidas brancas vêm nos apertos, e as doces, na ausência de tudo o resto.
Só abro excepção para a ginjinha. Alfama ensinou-me a bebê-la no consolo rápido, dos passeios noturnos ao bairro. Sei que é doce, até demais. Gosto dos copos pequenos em que se bebe, da forma como o álcool se mistura sem pressa no açúcar, no copo leve que fica como um berlinde na minha mão.
Numa ginjinha nunca me pesa a culpa, só o tempo. E agora que o frio entrou de galope pelas ruas da minha cidade, e os quiosques oferecem ao tempo, estes pequenos golpes de paz, paro. Sempre que posso e que me deixo. A maioria pede café, eu peço ginja.
E mesmo quando já estou longe do bairro que me segura a Saudade, há sempre no fim daquele copo, um travozinho a Alfama, que me equilibra os açucares:)

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