MINT. Se não falar a verdade.

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Há coisas que nascem tortas e nem tarde, nem nunca, se endireitam. Outras há, que apesar de nascerem tortas, assim deverão permanecer. Porque há muita harmonia na idiossincrasia das coisas. Há muita liberdade na árvore que se curva com a idade, como se fosse uma vénia perfeita às coisas já vividas. E depois há outras mais banais, uns defeitos ajustáveis, umas irrelevâncias físicas. Mas já recupero o tema.
A Sofia era minha seguidora, quis o destino bom que nos cruzássemos à chegada de São Tomé, no Badoca Park quando matava lentamente a saudade grande das minhas loiras. A Sofia percebeu a minha “drive” e não me interrompeu. Reparamos uma na outra, estávamos na mesma carruagem, ambas a dar colo bom aos nossos filhos. No dia seguinte recebi uma mensagem da Sofia. Fui espreitar o perfil. Acho que fazemos todos o mesmo. Descobri uma mãe de prancha na mão. Um sorriso largo, dois filhos e um amor cheio de orgulho pelo marido, o Dr. Eduardo que viria a conhecer mais tarde. A sofia queria fazer uma parceria com a clinica. Fui espreitar, pareceu-me uma casa acolhedora, bem decorada. Quando os médicos são bonitos, os móveis são bonitos a malta começa a pensar quando é que a coisa fica feia:)…mas já percebi que nunca vai ficar.
Gostei do diálogo honesto, gostei da Sofia, gostei da abordagem e fui. Mal eu sabia, que duas semanas depois, ía sair de lá de aparelho, incapaz de morder uma costeleta de cabrito, limitada a enrolar o presunto em pedaços minúsculos para ultrapassar a barreira física e dar ao palato o mimo que ele merece. A proposta era honesta e simples, o Dr. Eduardo encarregar-se-ía do sorriso das filhas da mãe e aqui a cicerone, comunicaria ao seu público a experiência. Disse que sim. Não apenas porque “cavalo dado não se olha a dente” (esta expressão encaixa tão bem aqui) mas porque gostei genuinamente da Sofia e do Eduardo.
Se me perguntam se precisava de aparelho, sim, precisei quando tinha 12 anos e a minha mãe não tinha dinheiro para me dar um. Se estava descontente com o meu sorriso: Nem por isso;) habituei-me à cena torta como se fosse uma coisa já direita. Mas nós sabemos que estas intervenções são caras e que queremos entregar o nosso sorriso nas melhores mãos. Pus agora o aparelho superior e daqui uma semanas vou colocar o inferior. Não é confortável nestes primeiros dias, mas se formos a ver, quase nenhuma mudança é. O que é que eu me comprometo? A cumprir com a rotina de ir lá apertar o aparelho e a ser totalmente honesta, como sempre fui, a contar-vos esta experiência. Por agora o mais que posso dizer é que me sinto em casa quando vou à clínica. E não consigo mentir com todos os dentes que tenho porque sinto a boca muito bem apertada:)

Para quem quiser ir conhecer o Eduardo e a Sofia, seres humanos altamente recomendáveis e profissionais de mão cheia. Mais “chatos” que a minha mãe porque me ligam todos os dias a saber como vai a adaptação. E mimo não tem preço

CLINICA MINT
Dr. Eduardo Bastos
http://mint.pt/clinica-dentaria/
https://www.facebook.com/clinicadentariamint
Contacto:
Avenida Marquês de Tomar 5 | Lisboa
21 155 23 08

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